3/29/2007


O prefeito Efaneu Nolasco Godinho recebeu em seu gabinete na última terça-feira, dia 20, os vereadores de Sorocaba Carlos César (PTB) e Jessé Loures (PV) que vieram à cidade para divulgar e conseguir apoio das autoridades municipais para a criação de uma frente parlamentar em defesa do meio ambiente. O coronel Costa Ramos, que reside em São Roque e concorreu a uma vaga na Câmara Federal pelo Partido Verde, também participou do encontro.Os parlamentares ressaltaram a importância de São Roque no contexto ambiental por ainda possuir Mata Atlântica em 40% do seu território e elogiaram o trabalho da administração municipal pelo zelo e preocupação com o patrimônio natural. Loures, responsável pela coordenação política do Partido Verde na região, também parabenizou o prefeito Efaneu pela elaboração de um Plano Diretor que prioriza o desenvolvimento sustentável do município.O prefeito Efaneu agradeceu a presença dos parlamentares e disse que todas as ações voltadas à preservação da natureza são bem-vindas a São Roque.
Ministro da Saúde defende legalização do aborto

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, defendeu hoje no Rio a legalização do aborto. "Isso é, antes de mais nada, uma questão de saúde pública, porque milhares de mulheres morrem todos os anos submetendo-se a abortos inseguros", afirmou. "Sei que é uma questão polêmica, que envolve aspectos morais, religiosos, psicológicos, mas diz respeito, fundamentalmente, à política de saúde." Ele voltou a defender a realização de um plebiscito para que a população decida o assunto."Esta idéia do plebiscito é pessoal, mas está sendo amadurecida dentro do governo", informou. O ministro estão tão empenhado nesta discussão que se reuniu esta semana com a secretária especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire. Hoje, no Rio tratou do assunto com o governador Sérgio Cabral (PMDB), também favorável à legalização do aborto, segundo sua assessoria.

3/18/2007

Testes seus conhecimentos

http://www.interney.net/testes/teste001.php
O CAMINHO PARA LIBERAÇAO DAS DROGAS.


O fato do substitutivo do projeto de lei que cria o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas prevê penas mais branda com os usuários. Isto nos causa uma preocupação muito grande já que no nosso entendimento poder ser o início de um projeto que determine a legalização ao uso da droga no Brasil.

O que nos leva a essa reflexão é o fato do texto prever a extinção da pena de prisão para usuários de drogas. Quando surpreendidos com entorpecentes e pelo fato de consumidores também não precisarem comparecer à delegacia, caso flagrados com droga. Isso pode permitir a um traficante pego com 20 quilos de droga afirmar que é para seu uso próprio, abrindo ai um grave precedente.

O fato da pena prevista para os consumidores variar de advertência verbal, penas alternativas e freqüência a um curso educativo, pelo período de cinco meses, também nos preocupa já que o encaminhamento para o tratamento para dependentes - que seria muito importante - vai ser facultativo à Justiça, uma mera sugestão, já que pelo substitutivo, fica proibido o tratamento compulsório. Defendemos uma diferenciação mais nítida, no texto, sobre quem é usuário e que é traficante. Caso contrário o traficante - o grande vilão da sociedade - poderá até usar o usuário como instrumento ao tráfico. Isso é preocupante e merece uma atenção maior.


Pelo substitutivo, a prisão de dependentes é prevista somente em um caso: quando o usuário se recusa a cumprir as penas determinadas pela Justiça. Se isso ocorrer, ele responde por desobediência.


O ponto positivo é o fato de o substitutivo prever um tratamento mais rigoroso para traficantes, mas tem que haver um maior controle sobre o usuário, também...



Por essas considerações somos contrários e votamos contra este projeto.
Ao invés de promessas, trabalho comprovado. Ao avesso de ausência, efetiva participação na defesa dos interesses de todo o povo . Leal e amigo, sem temores e sem medo, busca a realização no compromisso com Deus, e projeta o futuro na fé.A confiança é sua arma de trabalho.E a verdade sempre foi sua bandeira.Muito foi feito mais muito ainda esta por fazer educação,saúde, trabalho e respeito fazem parte das minhas propostas, nos pilares do trabalhismo serão potencializados na palavra de Deus.

3/15/2007

VEJA NA INTEGRA O DISCURSO HISTORICO DO EX-PRESIDENTE COLLOR DE MELLO NO SENADO

A democracia nos proporciona espetáculos grandiosos e é assim que defino o discurso do ex-presidente Collor na tribuna do senado nesta quinta-feira, "Os episódios que aqui vou rememorar obrigaram-me a padecer calado e causaram mossas na minha alma e cicatrizes no meu coração. Fui acusado sem provas, insultado e humilhado durante meses a fio. Tive minha condenação antes mesmo de qualquer julgamento. (...) Hoje, passados 17 anos de minha posse na Presidência da República, volto à atividade política integrando esta augusta Casa, a mesma que a interrompeu por decisão dos ilustres membros que a compunham", com essa fala o Senador Fernando Collor de Mello deu inicio a um momento histórico da republica. O plenário do Senado, com 63 dos 81 parlamentares presentes, parou para ouvir as palavras do ex-presidente. Em um discurso longo mais não cansativo que durou quase quatro horas, Collor afirmou que, a partir de agora, quer "inumar" o que aconteceu na sua queda do Palácio do Planalto. "Não vim lastimar o passado. Vim para sepultar de vez essa dolorosa lembrança”, disse, exata 17 anos depois de ter tomado posse como presidente da República. A manifestação dos senadores foi extremante positiva com elogios de quase todos, e concordaram que houve excessos no episodio da cassação do ex-presidente. Collor detalhou muitos momentos da CPI que resultou em seu impeachment, e criticou alguns procedimentos daquela comissão. "A crônica do processo contra mim intentado foi, como provarei uma litania de abusos e preconceitos, uma sucessão de ultrajes e um acúmulo de violações das mais comezinhas normas legais". Se havia atos por mim praticados que, mesmo em tese, pudessem caracterizar crimes de responsabilidade ou crimes funcionais, por que não apontá-los, por que não indicá-los e porque não levá-los ao Ministério Público, titular da ação penal? “Esta demonstração patente de imprudência, contudo, foi apenas o começo da série interminável de excessos cometidos ao arrepio da lei, à margem do Direito e contra a letra e o espírito da Constituição”. Alternando choro e voz grave, Collor sustentou ainda que foi "vítima de vingança política e de desforra particular". Numa espécie de mea culpa, Collor disse que um de seus grandes erros foi "não ter tido relação adequada com o Congresso". Collor diz que no sistema presidencialista, o presidente tem de ser um líder político. "Fiquei mais na administração", afirmou. O que me chamou a atenção foi à manifestação do Senador Wellington Salgado de Minas Gerais, disse que a historia do ex-presidente não acaba aqui, e ele quer estar vivo para ver onde o senador Collor vai chegar, pois vê no senador um grande líder que ainda pode contribuir muito com o país. Na verdade o presidente Collor é uma referencia para nossa geração de políticos ainda que muitos não admitam isso, naquela época quando despontou como o caçador de marajás acreditávamos na jovialidade e na liderança de um grande estadista, em um político destemido que depois acabou sendo traído pela confiança excessiva.Ainda lembro muito bem de um comício aqui em Sorocaba na praça coronel Fernando Prestes, onde sua postura firme e eloqüência no discurso contagiava todos,ali ouvindo o então candidato a presidência da republica decide votar no candidato que representava minhas aspirações para um Brasil melhor. No final disse que aprendeu com seu pai que ‘’Quem não tem coragem de virar a pagina não tem direito de abrir o livro’’ Acho que a partir de hoje começa uma nova história política para o ex-presidente Collor

3/11/2007


QUAL MINISTÉRIO ELA ASSUMIRÁ??????
Take there and give here’

Bush pega Lula pelo braço. Arrasta-o para um canto.
- Lula, eu morrer de inveja de você.
- Como assim?
- You não ter problemas no Congress. Por isso ter esse aparência sempre bem disposta.
- Nem tanto, nem tanto, companheiro Bush...
- Eu não saber mais o que fazer. Desde que as democratas viraram maioria in the Congress, o Nancy Pelosi não larga do meu pé. Do you know Nancy Pelosi?
- Sim, claro. Aqui nós chamamos de Renan Calheiros. Só que não usa saias.
- Não ter comparação. Nancy é um ressentida.
- Você não conhece o Renan Calheiros!
- Diga, Lula. O que eu deve fazer para amansar o Congress?
- Sei lá. Cada país tem a sua realidade.
- Please, Lula, não esconde a jogo. Pedi ao CIA para investigar os razões do seu sucesso.
- Não diga!
- Eu veio ao Brasil para conhecer o seu fórmula.
- Sei, sei, a fórmula do etanol.
- No, no. O fórmula do take there and give here.
- Como é?!?!?
- Take there and give here.
Lula faz sinal para o tradutor, que se achega.
- Que porra é essa que o Bush está dizendo?
Bush, algo impaciente, repete:
- Take there and give here.
O tradutor, virando-se para Lula, desfaz o ministério:
- Ele disse ‘toma-lá-dá-cá’, presidente.
- Ah, então é isso?!?!?
- Yes, that's it. Como funciona o coisa?
- É muito simples, companheiro Bush. Você chama a Nancy Pelosi à Casa Branca e...
Lula fala por ininterruptos 15 minutos. Bush, olhos injetados, ouve com atenção.
- Muito interessante. Eu ter vontade de fazer, but o tradição dos Estados Unidos talvez não permite.
- Posso dizer uma coisa, companheiro Bush.
- What?
- Sem ofensa. Esse negócio de tradição é uma tremenda bobagem.
- But, but...
- Frescura.
- O que eu vai dizer ao imprensa. No primeira entrevista coletiva as repórteres vão me imprensar.
- Entrevista coletiva?!?!?! O que é isso, companheiro?
- Você não dar entrevistas coletivas?
- Claro que não!
- Oh fuck! You brazilian have um civilização mais evoluído do que nós imaginar. Nós ter muito a aprender.

Escrito por Josias de Souza às 19h00
FUSCÃO PRETO



Quem é velho lembra